Desde 22 de outubro de 2003


Arquivos



online




Blogs
Mexerica
Parede de Meia
Blog do Alencastro
Revista Crise[!]
Rossin SP
E.A.THOBIAS
Observador
a r c h p i c t s
Cego Surdo Mudo
Arquiteturas... adaptivereuse.net
Æsthe/tech:Tonik
aggregät 4/5/6
anArchitecture
Andreas Angelidakis
apeiron
Aquili - Alberg
Arch | Diaries
ARCH*IDEA
...Archi-hell
ArchiNow
ArchiSpass
architechnophilia
architect studio
Architectural Prozac
architectural ruminations
Architecture
architecture
ArcHiTecTure
Architecture and ...
Architecture and Morality
Architecture and Urb.scape
Arch.-Bldg.-Const.
ArchitectureChicago Plus
Architecture Lab
architecture.mnp
Architecture of Fear
architecturephoto.net
Architecture, Photographie...
Architecture Sketches
Architecture-Urbanism
Architextures
Architook
archizoo
archlog
ArkiBlog
Arkinetia Blog
ArkitecTRUE
Arkhitekton
arktek
Arquitecblog
Arquitectearte
arsitekturina
Atelier A+D
B******s to Architecture
B.E.L.T.
Blabber, Etcetera
BLDGBLOG
blog like you give a damn
Blog on the City
the building bloc(k)
candyland
The Center: AIANY Blog
City Bites
City of Sound
The Classicist Blog
Continuity in Architecture
CoolBoom
Critical Cities
Critical Spatial Practice
Defpoints
deputydog
Developing [news]
dialog
Do You Want Some Coffee?
Dwell Blog
East Coast Arch. Review
edgargonzalez.com
Eikongraphia
Eye Candy
Gehry: Contemporary Master
hipercroquis
The Iaakuza Chronicles
Interactive Arch. dot Org
Itinerant Urbanist
J-Architectes
Kosmograd
Kreutzer and the City
loud paper
Lee Bey
lewism
Liao Yusheng
Life Without Buildings
Marvelous Architectures
materialicious
Mi Moleskine Arquitectónico
mirage-studio
Miss Representation
MuralMania
The New Modernist
Notes...Famous Architect
noticias arquitectura
no, 2 self
Offbeat Homes
Off the Record
One-Way Street
papressblog
PartIV
Plataforma Arquitectura
pointingit
PrairieMod
Progressive Reactionary
Pursuing Wabi
PYTR75
re:ACT
ROADS LESS...TRAVELED
The Sesquipedalist
ShantyWorld.com
sit down man...
The Skyline
Stories of Houses
Strange Bungalow
Strange Harvest
Studio Wikitecture
Super Colossal
terra non firma
The ARCH
theartofwhere
there is something about...
Thoughts on Architecture
Transfer
Triple Mint
Tropolism
Unhoused
varnelis.net
VitraP
the way of peace
Apartment Therapy
Architectradure
BellDesign
Contemporist
Cool Hunting
Core77.com
(CRIT)
David Report
Design Notes
Design Observer
Design Spot
Design Spotter
designverb
dezeen
Food for Design
Future Feeder
Gaile Guevara
GigantiCo
Hatch
Human-Assisted Design
iMod
Inhabitat
Insource/Outsource
Life by Design
life fever
MoCo Loco
PingMag
PRADE
Remodelista swissmiss
things magazine
3rings
Transmaterial
2Modern Design Talk
2 or 3 things I know...
The Wayfinding Place
we make money not art

Links:
Arcoweb
Pritzkerprize
Vitruvius
Lucas Corato Fotografia e Arquitetura
Maquetes Eletrônicas





CONTRATEM-NOS!
Arq. Rafael Péra
Arq. Alberto Barbour
Arq. Kiko Masuda
Arq. Lucas Corato








Ultimos comentários:



Seção off-topic:

Enquanto desenha, escute:
PJ Harvey
Franz Ferdinand
The Killers


Enquanto imprime, leia:
After the fall
Reinaldo Azevedo
Daniel Piza


Enquanto almoça, tente:
Pinguim Acrobata
Joguinho do Helicóptero
Teste seus reflexos







 

Terça-feira, Setembro 30, 2008


RECAPITULANDO

Oi.

Essa é a Terra.



...de acordo com a densidade de conexões de internet



..de acordo com a intensidade de conexão entre cidades



...de acordo com o tráfico aéreo de um único dia.



Bom, agora vamos discutir identidade nacional em arquitetura.


PS: As pessoas migram para a europa no calor do dia. Nunca nenhum ornitólogo reparou isso?




|
Comments:



Sexta-feira, Setembro 26, 2008


DEMOLIR PARA CONQUISTAR



Engenheiros têm o modesto costume de chamar seus grandes feitos de “obras-de-arte”. Sim, ao lado da Nona Sinfonia, da Ultima Ceia e de Janela Indiscreta, segundo eles, figura, por exemplo, a Ponte do Piqueri. Bom, talvez não exatamente com o mesmo peso - afinal, o que são filmes ou quadros perto de um elevado sobre uma dúzia de pistas apinhadas de carros e um rio corrosivo?

Questão de gosto a parte, esse pequeno rompante de orgulho que assola a classe (ao contrário dos arquitetos, que continuam chamando de “projeto” até as suas obras já construídas) revela mais que uma prazerosa sensação de dever cumprido em relação ao árduo trabalho de interromper o trânsito por meses e atrasar a entrega ao ponto de ninguém mais se importe que cara tenha a ponte, desde que atravesse o rio; revela o status que obras faraônicas e pontuais exercem na psicologia da cidade.

Recauchutadas como “Obras de Mobilidade Urbana”, a nova geração de colossos construtivos promete soluções revolucionarias que garantam o transporte digno e eficiente do eleitor até as urnas.
Mais que isso: se tradicionalmente, a esperança de novos quilômetros de metrôs ou túneis é uma garantia líquida e certa de votos (no caso de alguns túneis em São Paulo, bem liquida), o conceito de grandes obras já se popularizou em outras frentes “urbanísticas”.

Já há algum tempo surgiu a teoria segundo a qual as escolas públicas precisam parecer clubes, os conjuntos habitacionais deveriam se igualar a condomínios, e os campinhos de várzea deveriam receber a Copa de 2014. Aparentemente, boa idéia.
Mas de boas (e abandonadas) idéias são ladrilhadas as estradas que levam ao inferno, ou, um pouco mais à frente, aquele novo conjunto habitacional da prefeitura.

O efeito colateral dessa lógica é um rastro de edifícios abandonados que se expandem em uma espiral a partir do centro transformando a cidade em um enorme queijo suíço – basta ver a quantidade de ratos em missão de reconhecimento. Mas assim como no queijo, eles são buracos, mas não são vazios. E aí está o paradoxo: a melhor forma de construir em uma metrópole hoje é, seguramente, demolir. O máximo que puder.

Nem é preciso dizer que a simples visão de um espaço vazio no centro de São Paulo – com toda a infra-estrutura de transporte, serviços e café espresso instalada – causa aos arquitetos uma sobrecarga quase insuportável de idéias. Mas a verdade é que provavelmente, a maioria desses prédios nem precisaria mesmo por abaixo; se o antigo hotel Hilton pôde virar (sabiamente) um cilíndrico tribunal de justiça, acho que todos prédios terão ao menos o direito de defesa garantidos antes de ir ao chão.

Além disso, sabemos que para cada subtração há um acréscimo. A reposição de prédios abandonados por apartamentos debruçados sobre o metrô ou escolas próximas do trabalho dos pais preencheria graciosamente os buracos com gente, eliminando a necessidade de expandir a cidade aos confins do Google Earth.

Os políticos talvez ainda não tenham enxergado ainda todo o potencial da demolição. Mas se os principais problemas urbanos no século XXI continuarão sendo o acesso à saúde, à educação, à segurança e principalmente chegar a tempo do jantar, o trabalho de equalizar as densidades e as distâncias dentro da cidade é que deveria ser considerado uma arte. Ou talvez não. Lugar de obra de arte é na Pinacoteca. Que fica no centro, e, aliás, já foi escola.



Publicado originalmente na revista MORAR de Setembro | Folha de São Paulo



|
Comments:



Segunda-feira, Setembro 22, 2008


LIVROS DE ARQUITETURA, NO FIM DO CORREDOR À ESQUERDA






O Fernando Lara propôs um desafio interessante, e resolvi fazer dele um meme muito simples: livros de arquitetura que eu recomendaria a estudantes e colegas arquitetos.
Segue a lista, tão arbitrária e limitada quanto a mente deste que vos digita.




101 Things I learned in architecture school. Matthew Frederick, MIT Press.
Um livro básico, como o próprio nome indíca, estruturado em tópicos que nos deixam uma certa nostalgia do que aprendemos de legal na faculdade, e no meu caso, das toneladas de coisas que ninguém se importou em ensinar quando passei por lá.
No geral, um livro que é muito expressivo em sua simplicidade

Content. Sim, Rem Koolhaas, como no.
Mais conciso que o SMLXL (ah vá!), esse livro com cara de revista traz vários textos importantes que apresentam como o arquiteto mais invejado contestado da atualidade vê a própria produção. E é divertido pacas.

A Natureza das Economias, Jane Jacobs.
Já lemos Morte e Vida Novaiorquina, certo, até já resenhei pra MORAR. É um dos clássicos que eu adoro.
Isso dito, acho esse minusculo livrinho é melhor. Não é exatamente de arquitetura, mas é um insight fundamental para entender como as cidades, e de resto, o mundo, funciona.

Da Bauhaus ao Nosso Caos. Tom Wolfe.
Há uma razão muito simples para se voltar sempre a esse livro: no fim das contas, a crítica arquitetonica ATÉ HOJE só leva o modernismo a sério.
Nada mudou desde que Mr Wolfe jogou luz sobre certos volumes nada inteligentes da arquitetura do século XX.

Life between buildings. Jan Gehl.
Ia colocar as lições do Hertzberger, mas acho esse menos esquemático e mais divertido. E a vida tem acontecido cada vez menso entre os edifícios ultimamente, so...

Mies van der Rohe – Architectural Monographs 11.
Já sabia que ia colocar o mies no livro/álbum de figurinhas, mas porque esse, e não o Mies van der Rohe at work, mais recente e mais bem editado? Simples. Esse tem croquis. Covardia.

Architect’s Drawings : a selection of sketches by world famous architecs through history.
Em uma época que mais que nunca os alunos se sentem inibidos em desenhar ( segundo relatos de professores amigos e observando estagiários que passam pelo escritório) , é muito importante entender a importância do desenho no processo projetual, de como o croquis é o primeiro a espressar uma determinada forma de enteder arquitetura. O croquis lá de cima é de Mario Botta. Capicce?

É isso por hora. Quando chegar em casa vou "lembrar" de mais volumes, if you know...

E vocês? Andam lendo o que?








|
Comments:



Quinta-feira, Setembro 11, 2008


7 anos, e ainda no ponto zero.






Algo deu errado. O que deveria ser a demonstração máxima de força e de soberania americana, o re-erguer triunfal das super-estruturas provando ao mundo o poder de superação, ainda está no "ground zero". Problemas políticos, econômicos, de viabilidade técnica - enfim, toda a sorte de infortúnios parece deixar o projeto das Torres da Liberdade na estaca zero. Ou quase. Fico na imensa torcida para o projeto literalmente "vingar" pois, sem medo de soar piegas, acho o 11 de setembro uma data difícil de esquecer.

Mas que está difícil do projeto sair do subsolo, está.



|
Comments:



Terça-feira, Setembro 02, 2008



Muito Além do Jardim, 1979




Muito Além do Jardins, 2007








|
Comments:



 
BlogRating