Desde 22 de outubro de 2003


Arquivos



online




Blogs
Mexerica
Parede de Meia
Blog do Alencastro
E.A.THOBIAS
Observador
a r c h p i c t s
Cego Surdo Mudo
Arquiteturas...

Links:
Arcoweb
Pritzkerprize
Vitruvius
Lucas Corato Fotografia e Arquitetura
Maquetes Eletrônicas





CONTRATEM-NOS!
Arq. Rafael Péra
Arq. Alberto Barbour
Arq. Kiko Masuda
Arq. Lucas Corato








Ultimos comentários:



Seção off-topic:

Enquanto desenha, escute:
PJ Harvey
Franz Ferdinand
The Killers


Enquanto imprime, veja:
Parlata
Daniel Piza


Enquanto almoça, tente:
Pinguim Acrobata
Joguinho do Helicóptero
Teste seus reflexos







 

Terça-feira, Abril 22, 2008



FREGUÊS

Impagável.



Taí um resultado difícil de ser mudado.

Agora imaginem a versão ARQ da coisa. Pois é.








|
Comments:








|
Comments:



Sexta-feira, Abril 18, 2008



Da Globalização do Quadrado




Paulo Mendes, Baia de Montevidéu




Rem Koolhaas, Dubai




Andrade Morettin, Galápagos



Se a Dona Ruth liberar pra não-acadêmicos, uma hora eu comento.




|
Comments:




Dois eventos diferentes me fizeram desengavetar o texto abaixo.

Ao primeiro, o debate sobre crítica de arquitetura no blog do Alencastro (link ali na coluna da esquerda, por preguiça), baseado na pergunta-pedro-bó do mês da AU, se juntou uma conversa com o Kiko - e tudo desemboca na complexidade que as pessoas vêem em se fazer crítica de arquitetura. Deveria ser mais simples.

O texto é pedaço de uma das colunas preparadas pra MORAR, nunca publicada porque é uma resenha do livro do Alain de Bottom.
E eles já tinha alguém fazendo essa resenha pra eles: o próprio de Bottom.

Sempre o ultimo a saber.

ARQUITETURA DÁ FELICIDADE ?

Vamos admitir por um momento que os arquitetos estejam tentando se comunicar com você. Não apenas através de palavras, como sempre, mas através da própria arquitetura.
Sim, a arquitetura realmente tem o poder de falar com você; quando bem feita, consegue personificar qualidades que buscamos e que nos deixam felizes. A leveza que procuramos pode estar hospedada em um museu flutuante sobre a Paulista, ou a liberdade do fim de semana expressa em uma marquise que escorre livremente para todos os lados do Ibirapuera.
Até aí, fácil. Mas que tipo de mensagem você imagina ser uma mega-torre residencial com telhadinho de chalé? Ou mesmo aquela casa que parece um terminal rodoviário?

Se a arquitetura é realmente feita para expressar um estado de espírito, dá medo de imaginar o que anda assombrando a alma de alguns arquitetos. E pior, o que é que a arquitetura deles anda dizendo aos clientes.

Peguemos uma mentira clássica que a arquitetura conta – ou melhor, “neoclássica”. É impossível saber o que peças pré-fabricadas de argamassa e gesso estão tentando dizer sobre opulência e perenidade, ou o que um frontão a vinte andares do chão tem a comentar sobre severas regras de proporção e composição. O cliente compra a fantasia de viver em um passado distante, mas acaba tendo de se contentar com um ou outro souvenir dessa viagem no tempo – e frustrado que seu sonho de monumentalidade tenha virado um lavabo adornado com mini-colunas dóricas.

Ainda assim, os ambientes falam. Talvez eles não o empolguem tão intensamente como um bom faroeste, ou o deixem tão emocionado como aquela besteira pop que você adorava ouvir dez anos atrás, mas qualquer que seja o estado de espírito para o qual a arquitetura te leve, ela estará presente por muito mais tempo. Nossa indiferença a qualquer espaço é sempre fingida. Nossas cozinhas estão sempre ou nos puxando para um lanche rápido, ou nos empurrando para comer fora.

Claro, a arquitetura nunca vai estar em primeiro lugar na ordem do dia; ela não paga contas, nem resolve crises conjugais. Mas a sala onde você trabalha, e o quarto que você dorme, sussurram idéias o tempo todo no seu ouvido, perceba você ou não. A questão está no que elas dizem.

* * * * * *

A Arquitetura da Felicidade, livro do filósofo Alain de Botton dá uma boa pista do que a arquitetura pode dizer em seus melhores momentos. Segundo ele, o design de qualquer coisa, de uma cadeira a uma catedral, é uma forma declarada de interpretar a felicidade que procuramos – uma representação mimética de coisas e pessoas familiares onde encontramos conforto psíquico. Para alguns, pode estar em um chalezinho de telhado pontudo. Para outros, como Hitler (exemplo é dele, hein) na monumentalidade neoclássica.

Um livro imperdível pela simplicidade com que trata a arquitetura, sem teorias complexas e indo direto ao ponto; conforme a tradição, só poderia ter sido escrito por um não arquiteto.





|
Comments:



Quinta-feira, Abril 10, 2008




Já já, numa churrascaria perto de você.



|
Comments:



Sexta-feira, Abril 04, 2008






Só dão garantias para salas menores que 1152 x 864





|
Comments:



 
BlogRating