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Domingo, Dezembro 23, 2007


Seção livros que moldaram o meu carater


Por favor alguem xeroca pa mim

Serio se vc estuda na EESC USP furta esse livro e me dá



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Quarta-feira, Dezembro 19, 2007


FELIZ NATAL



(clique para ver em detalhes)


escrito na verdade por Lucas Corato



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Terça-feira, Dezembro 11, 2007


Hoje é dia do Arquiteto



E aí? E aí nada. Só se fala mesmo do velho mestre nesses tempos, obviamente. Não que nós, outros arquitetos, sejamos mais dignos de mérito mesmo neste dia. Portanto, aproveite o dia para trabalhar (mais), projetar (mais) e pensar que um dia será você a projetar sua própria cidade num quarto de hotel (como reza o lendário arquétipo do arquiteto genial).






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Segunda-feira, Dezembro 10, 2007


100 ANOS AQUELA NOITE



Vocês conhecem a lenda. Início da década de quarenta. Como toda lenda, não existe uma data mais específica que "inicio da década...". JK pede a Niemeyer para projetar o conjunto da Pampulha em 24 horas. Ele topa. Ele faz. É essa a minha singela contribuição à palpitaria nacional: ali nasceu Niemeyer, alucinado, sem tempo para pensar melhor no que estava entrando, amassando papéis freneticamente em uma escrivaninha de hotel.

Tivesse pensado melhor, tivesse mais tempo para pensar melhor, talvez não topasse. Isso é loucura, seu Juscelino. Precisa mais tempo. Precisa mais gente. Como é que o senhor vai me contratar assim, do nada? Ou simplesmente nem questionasse aquela insanidade, hoje noite, desculpe, o pessoal vai em casa jogar biriba. Naquela época se jogava biriba, segundo a lenda. Passa amanhã, jotaká.



Mas vocês conhecem, além da estória, a história, e o resto - e que resto - foi conseqüência. Você, que reclama diuturnamente da reserva de mercado que ele impôs ao Brasil, toparia projetar sozinho, com a verba que quiser, todos os prédios da nova capital do seu país? Mais, ia ficar à vontade o suficiente para desenhar estruturas colossais que ninguém sabia ainda como por de pé?

Claro, Niemeyer sempre foi corajoso - já havia até passado um pito público em Le Corbusier durante o projeto do MEC - mas aceitar a escala de Brasília, de obra e de responsabilidade, só parece humanamente possível para alguém que já tivesse experimentado algo parecido, como em Pampulha.

Daí o resgate daquela noite em Minas. Seja porque não teve tempo pra pensar - ou, bem, porque arquitetos na casa dos 30 anos fazem verdadeira loucuras para arranjar trabalho - o fato é que naquele quarto de hotel mal iluminado (well, lenda é lenda) nos idos da década de quarenta, o cara (não) foi dormir Oscar, mas acordou Niemeyer.

Que aparentemente vive feliz, e para sempre.




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Quinta-feira, Dezembro 06, 2007



Primeiro leia aqui
Leia até o fim

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