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Sexta-feira, Setembro 28, 2007




Sim, os gráficos não negam. Os arquitetos fazem de tudo para aparecer.




Frank Gehry, na falta de um terreno para carimbar mais uma cohab cultural, resolveu agora vender seus arquivos físicos. Adivinha de quem ele emprestou a idéia? Peter Eisenman, esse avesso às mídias.

Ah, besteira. Peguemos Calatrava, recém convertido a incorporador. Em fase de construção, nada menos que o futuro sexto-maior edifício de Manhattam - que é um pouco diferente de ser o sexto maior edifício de, digamos, São Carlos, reservará esse modesto impacto no skyline da cidade para... 12 famílias. Sim, doze famílias que estiverem dispostas a pagar 30 milhões de dólares por uma bela vista-e-ser-vista da sacada. Sim, é a cidade que nunca dorme. Deve ser peso na consciência. Mas, não, não de don Calatrava.

° ° °

Ficou para trás no tempo, mas não passou despercebida a crítica de Fernando Serapião na PROJETO de Agosto, sobre a nova obra do Paulo Mendes. Minha primeira impressão foi a de surpresa - quem iria prever uma crítica de arquitetura numa revista arquitetura! - mas logo depois perdi um pouco a empolgação com o excesso de deferências e eufemismos, cercando a galinha aos poucos pra não dizer da obra o que ela realmente é - ruim. Um esforço estrutural injustificado que drena todo o dinheiro e provavelmente a energia projetual necessária para se detalhar mais e pensar algo diferente de uma pseudo-bienal espichada.


Mas tendo em vista o contexto - Serapião é o editor da revista, estreando uma secção crítica long-time-no-see no Brasil, logo em cima de quem, e afinal, não fazendo feio - passei a admirar melhor a iniciativa e torcer por mais exemplos. Enquanto não houver espaço crítico entre os arquitetos, não dá pra reclamar dos clientes.

° ° °

PS: A AU criou um blog para acompanhar a bienal de Buenos Aires, e o Alencastro fez o favor de encrontrá-lo. Tenho que reproduzir aqui o link também, porque esta entrevista com o Paulo Mendes da Rocha é nada menos que sensacional. Leiam.





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Quarta-feira, Setembro 19, 2007



A minha parte, em gasolina.

Londres e São Paulo são cidades gêmeas no que diz respeito ao sistema de transporte público, não? Ao menos é o que se deduz do profeta urbano Dimenstein, quando diz que mais rodízio e agora pedágio no centro é o que funciona para resolver os problemas de transito da cidade em todo o mundo. Essa seria a solução mínima aceitável, já que a sua utopia verdadeira não é o Dia Mundial Sem Carro, mas a Vida Mundial Sem Carro. Como seria possível? Ah, ele é jornalista, como vocês querem que ele saiba?

A única coisa que ele tem certeza é o seguinte, caro contribuinte: a culpa é sua,you sleazy rascal. Resumindo: cheque sua caixa do correio. Há um boleto lá. É para pagar pelo ar poluído, solo impermeável e a falta de transporte público que obviamente VOCÊ causou a nossa querida cidade. Era só isso. Tenham um bom dia, se o aquecimento global não pegar você.





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Segunda-feira, Setembro 17, 2007


Flooding the Farnsworth



A Casa Farnsworth, uma das mais significativas obras de Mies van de Rohe, quase inundou. Por pouco mesmo.

O diabo é que ele havia previsto isso (por isso a casa é elevada), e dessa vez a casa escapou. Não foi o que aconteceu anos atrás, quando a abertura pública da casa foi adiada porque ela efetivamente foi inundada.

Aqui tem mais uma foto do quase desastre.




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Quinta-feira, Setembro 13, 2007


Da série "E o Futuro não é mais como era antigamente"


Quer saber como as pessoas de 1910 viam os anos 2000? clique na imagem.



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Quarta-feira, Setembro 12, 2007





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Segunda-feira, Setembro 10, 2007





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Quinta-feira, Setembro 06, 2007




The Great Pyramid can potentially be any human being’s grave or memorial site. As monumental as it is affordable, it serves those of all nationalities and religions. Individuals who are either unwilling or unable to have their physical remains buried there can also opt to have a memorial stone placed instead. Stones can be custom designed with any number of colors, images, or relief decorations. The Great Pyramid will continue to grow with every stone placed, eventually forming the largest structure in the history of man.

The Egyptian pyramids were build for eternity but only for one single person. This pyramid is open to every individual. Rather than hastily burying one another or allowing our ashes to be scattered, as a small stone in the pyramid we can remain part of our species’ constantly shifting and ever-expanding tableau.




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