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O Architecture é um blog de arquitetura no brasil, discutindo temas como projeto, construção civil, teoria da arquitetura, mercado, design e outros temas. Entre e comente nossos posts!




 

Sexta-feira, Março 30, 2007




PRESS RELEASE for immediate release
OMA designs Residential Tower in Singapore

(Beijing/Rotterdam, March 21, 2007): Far East Organization, Singapore¿s largest private development company, has commissioned the Office for Metropolitan Architecture for OMA¿s first architectural project in Singapore ¿ a 36-story residential high-rise.

The 153 meter tall tower will be located at the intersection of Scotts Road and Cairnhill Road, in close proximity to Orchard Road, Singapore¿s famous shopping and lifestyle street.

With 20,000 m2 of built floor area, the building will provide 68 high-end apartment units with panoramic views.

The design strategically maneuvers within the highly regulated building environment to maximize the full potential of the site: Four individual apartment towers are vertically offset from one another and suspended from a central core.

The skyline of floating towers directly relates to the surrounding building volumes and explores the most attractive views towards the city center and an extensive green zone to the north.

The lifted apartment towers reduce the building¿s footprint to a minimum; the liberated ground level provides communal leisure activities embedded in the tropical landscape.

¿We are thrilled with the opportunity to create an outstanding project in partnership with OMA. The design reflects the new vibrancy and vitality of Orchard Road and Singapore. OMA with its extensive international experience will certainly bring a new perspective to luxury urban living and add to the cosmopolitan flavor of our development,¿ says Far East Organization Chief Operating Officer, Property Sales, Chia Boon Kuah.

¿The collaboration with the Far East Organization is an exciting opportunity to further engage Asia,¿ says Ole Scheeren, Partner of OMA. ¿The design vertically redistributes the floor area in four alternating towers to create a skyscraper in which architectural and urbanistic concerns merge with mechanisms that create added value. The architecture, in this sense, goes beyond form and generates symbiotic qualities¿.

Ole Scheeren is leading the project¿s design, together with OMA Associate Eric Chang as the Project Architect. Ole Scheeren, Director of OMA Beijing, is responsible for the office¿s work across Asia, including the 575,000 m2 CCTV tower and TVCC cultural center currently under construction in Beijing.

His previous work includes the Prada epicenter stores in New York and Los Angeles, for which Eric Chang also served as Project Architect.



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Quarta-feira, Março 28, 2007


Postado tambem no "Mexerica"
Grandes duvidas do Google Earth próximas ao Palácio do Jaburu




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Sábado, Março 24, 2007







Enfim...


Tão fazendo memo.....




Mais aqui



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Quinta-feira, Março 22, 2007


Hearst Tower





altura: 182m
pavimentos: 46
data de conclusão: 2006

Eleito em 2006 o melhor arranha-céu do mundo pelo site emporis

- Primeiro edifício em Nova Iorque a atingir o nível "ouro" na cotação do US Green Buildings Council. O edifício utiliza sistemas inteligentes de controle de luz, capta águas pluviais para reaproveitamento e é ventilado naturalmente durante 3/4 do ano.
- A estrutra triangular utiliza 21% menos aço que uma estrutura convencional de aço
- 90% da estrutura em aço provém de material reciclado
- Não há pilares verticais de estrutura acima da base

mais dados e fotos, aqui




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Terça-feira, Março 20, 2007


Mais um dos bons se vai


"Quando se conversa sobre arquitetura, a gente sempre se lembra das obras de exceção, que obrigam a procurar o endereço e sair de carro para achar. Acho que o que interessa, de arquitetura brasileira, é aquilo que a gente vê. Não aquilo que a gente tem que procurar para enxergar."

"Estamos muito longe ainda de poder considerar o Brasil como um país em que, de um modo geral, o povo saiba o que é arquitetura, ou tenha uma noção do que seja a função do arquiteto."

"A perspectiva que se abre para nós, em termos de arquitetura brasileira, é a perspectiva do pleno exercício da profissão. Lutar pela conceituação exata do que seja arquitetura, discutir entre nós o que seja realmente arquitetura, é o que temos que fazer. Onde temos que meter as mãos, realmente. Este é o tipo de trabalho em que teremos que nos envolver brevemente." *

Carlos Maximiliano Fayet (1930-2007) - Homenagem do DOCOMOMO Brasil

* Arquitetura Brasileira após Brasília/Depoimentos. Rio de Janeiro: IAB/RJ, 1978.


Carlos Fayet no terraço do Palácio da Justiça, 30/10/2006. Foto H. Segawa


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A Direção do Instituto de Arquitetos do Brasil - Departamento de São Paulo lamenta informar o falecimento do colega Carlos Maximiniano Fayet, ex-Presidente da Direção Nacional do IAB, ocorrida no dia de hoje 19/03/2007 às 15:30hs. O velório estará ocorrendo na Sede do IAB - Departamento do Rio Grande do Sul à Rua Gen. Canabarro, 363 - Solar Conde de Porto Alegre, Cep: 90010-160 - Porto Alegre ¿ RS, Tel/fax: (51) 3212-2552.

Carlos Maximiniano Fayet é um arquiteto que se destacou pela prática profissional de elevada qualidade, tendo realizado importantes obras como a sede do IAB/RS, a Sede do Palácio de Justiça do RS, recentemente restaurado pelo próprio Fayet, o Ceasa de Porto Alegre, em co-autoria com Eladio Dieste, a Refinaria Alberto Pasqualine, o Terminal Rodo-Aquaviário de Vitória/ES, e mais recentemente o Parque Ecológico de Guarapiranga em São Paulo, primeiro Lugar em Concurso Nacional.

Fayet teve uma intensa atividade didática, formando várias gerações de arquitetos gaúchos.

Sempre participou das entidades de arquitetura, tendo sido Presidente Nacional do IAB, Presidente do Departamento do Rio Grande do Sul do IAB, Presidente Nacional da ABEA, Associação Brasileira de Ensino de Arquitetura, Conselheiro Federal e Vice Presidente do Confea, entidade do qual recebeu a Medalha do Mérito, maior condecoração da entidade. Fayet também foi condecorado com o Colar de Ouro do IAB, entregue aos profissionais que tiveram uma dedicação exemplar ao IAB e a Arquitetura Brasileira.

Carlos Maximiniano Fayet nasceu no Espirito Santo em 1930, obteve graduação em 1955 na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade do Rio Grande do Sul. Atualmente Fayet era Conselheiro Vitalicio do IAB e representante do IAB na Comissão de Prática Profissional junto à UIA - União Internacional de Arquitetos.

Arquiteto Arnaldo Martino
Presidente do IAB-SP
(mensagem recebida por e-mail)

escrito, na verdade, por Lucas Corato



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Segunda-feira, Março 19, 2007



Resenhando de novo menino?!

As vezes acontece quando, contrariando minha vontade, a conversa de bar toma o rumo da escola paulista - que nas precisas palavras do professor Julio Katinsky, a rigor, não existe - e alguém na mesa pergunta "Mas e o Sérgio Ferro, morreu?" Ao que eu inevitavelmente respondo que sim, claro, apesar de até hoje viver na França e eventualmente dar entrevistas à AU.

Ideológica e politicamente Sérgio Ferro está morto, mortinho. A honra não é só dele, mas de todos os que basearam suas teorias em Marx, que, salvo no Bananal, toda criança de 7ª série sabe refutar até com um certo sarcasmo. No resto do mundo Marx é o Lamarck da sociologia e da economia; aqui, é tema universal de seminários na USP, não importa o curso. Mas mal comecei a já divago.

O esforço para "desalienar o trabalhador da construção civil do objeto do seu trabalho" que a chamada arquitetura nova empreendeu é mesmo conceitualmente visionária: antecipou o Lulismo.

Ou seja, preconizava não (como no resto do mundo) a capacitação dos profissionais da construção para dominarem tecnologias mais complexas - que hoje exige cada vez menos braço e cada vez mais educação - mas o contrário: a limitação do projeto, ou do "desenho" às possibilidades rudimentares de construção de então. É o que se tenta fazer com a agricultura no Brasil hoje, substituir tecnologia de ponta pelo MST que ainda precisa aprender a segurar uma enxada.

A publicação das obras completas (enfim, uma obra completa, hein Sérgio?) é sintoma e é retrato dessa discussão no Brasil que acabou ficando com o pior dos mundos, um mercado que mistura todo tipo de qualidade de serviço envolvido, do competente e suficientemente educado montador de estruturas metálicas ao instalador de bancadas que não consegue ler um desenho a um palmo do nariz.

Entendo a documentação como parte importante da história de nossa miséria mental; mas cansa muito ainda ver o viés de que isso é que deve ser discutido na construção brasileira, e não a qualificação geral dos construtores.

Essa discussão ninguém tem livro pra resenhar.



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Sexta-feira, Março 16, 2007


Operação "Cidade Limpa"








Sem outdoors, os prédios não tem dinheiro para cuidar de suas fachadas. O valor do condomínio sobe e expulsa os moradores mais antigos ou menos abastados do centro, aumentando a exclusão social e o fenômeno da periferização das cidades
Com os Outdoors, os velhinhos habitam tranquilamente o centro da cidade. Os prédios dispõe de mais dinheiro para investir em reformas de fachada, embelezando a cidade. Os motoristas de táxi deixam de buzinar, entretidos com a Charlize Teron. Ou a Cicarelli.



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Quinta-feira, Março 15, 2007








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Terça-feira, Março 13, 2007




A idéia do projeto é criar um complexo multidisciplinar que pudesse unir em um único pólo alguns centros de referência (de diversas áreas) ligados ao sexo. Seria uma forma de trabalhar pela desmistificação desse tabu tão prejudicial à sociedade.

Esses centros seriam:

* Um CENTRO DE PESQUISAS que abrigasse laboratórios e equipamentos necessários às pesquisas relacionadas ao assunto;
* um CENTRO DE ESTUDOS composto por salas de aula e auditórios aos quais as escolas pudessem recorrer;
* um CENTRO DE COMÉRCIO que atendesse à demanda de sex-shops e lojas especializadas em sexo, cuja estrutura é hoje insuficiente no Rio;
* um CENTRO DE ENTRETENIMENTO que unisse em um único local boates, motéis e casas de swing, hoje espalhados e ¿escondidos¿ pela cidade;
* um CENTRO DE MEMÓRIA que abrigasse um urgente Museu do Sexo, presente em tantos outros países (como Holanda, Itália, França, Peru e Estados Unidos), que contasse a nossa história, tão intimamente ligada ao sexo;
* e um CENTRO DE MEDICINA e Serviços Sociais que cuidasse de um povo tão carente e desinformado como o nosso.




Este projeto foi apresentado originalmente na FACULDADE DE ARQUITETURA E URBANISMO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO como tese de graduação do arquiteto e urbanista IGOR DE VETYEMY graduado pela UFRJ

www.cidadedosexo.com.br



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Segunda-feira, Março 12, 2007






Sim, ali à direita é o Givaldo

escrito, na verdade, por Lucas Corato



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Conjunto Habitacional Japonês - Ou, "os nossos japoneses não são assim tão melhores que os outros"











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Sexta-feira, Março 09, 2007










PS. É um edificio de apartamentos. Em Buenos Aires.
LINK: Um ótimo site de arquitetura. Argentino.



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Quinta-feira, Março 08, 2007


Traffic Jam Session






Claro, o trânsito de São Paulo não só é insuportável como também é um mal sem cura - excetuando a(s) saída(s):

a) remover pelo menos 2 milhões de veículos automotores
b) Contruir no mínimo mais 200km de metrô.

No mundo real, a coisa vai ficando mais feia. Ameaça de mais rodízios, pedágios nas marginais, poluição crescente, etc, etc, etc. A mesma ladainha de sempre. Os fantásticos urbanistas, claro, sonham com soluções simples e geniais, como caronas solidárias e ciclovias. Em São Paulo, claro, claro...

Mas sempre tem como piorar o que já é ruim demais. Desde o ano passado (descobrimos este ano, por conta de uma obra) qualquer "evento" realizado num passeio público é taxado pela CET. Você quer trocar a sua calçada por uma melhor? Taxa. Quer fazer um recital de poesia na rua? Taxa.
Tudo porque a CET cobra para fiscalizar todo e qualquer tipo de evento (inclusive obras de melhoria em pavimentação pública). Tudo bem, eles já ganham para trabalhar, já cobram os impostos, as multas, mas por que não cobrar mais quando é você quem inventa suas próprias leis? Bem, foi o que eles fizeram.

Uma alma realmente ingênua e altruísta deveria pensar que pelo menos assim a CET irá investir mais em infra-estrutura e sinalização. Certo? Ora, claro que não!

Por que a CET iria fazer alguma reforma se VOCÊ mesmo pode fazer? Tirando dinheiro do próprio bolso para financiar reformas urbanas? Pois é assim que eles pensam.

Surgiu a "Sinalização Comunitária", um programa que visa melhorar a eficiência (sic) e a velocidade (sic, ic, ic) com que pequenas reformas de trânsito são realizadas na cidade. Você mesmo pode trocar a placa da sua rua! Não precisa mais esperar a prefeitura. É só entrar em contato com a CET, e pedir para que uma das dezenas de empresas cadastradas coloquem uma placa toponímica, pintem uma faixa de trânsito ou instalem uma lombada. A conta vai pra sua casa e depois vc ganha uma plaquinha de "Sinalizador Comunitário" (hahahaha).

Um dia de Fúria seria pouco.





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Tati Quebra Barraco?



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Domingo, Março 04, 2007





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