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O Architecture é um blog de arquitetura no brasil, discutindo temas como projeto, construção civil, teoria da arquitetura, mercado, design e outros temas. Entre e comente nossos posts!




 

Sexta-feira, Janeiro 28, 2005


Grande notícia que eu peguei no blog do Gegeca

Enfim, teremos um Conselho próprio. Ou pelo menos, estamos caminhando nesta direção. Veja aqui.



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Quinta-feira, Janeiro 27, 2005


Série "Cuidado com as linhas do seu desenho"


Revision Cloud que o estagiário deixou de apagar e foi para o executivo



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Domingo, Janeiro 23, 2005


Seção torreão


Lugar: Ribeirão Preto
Autor do projeto: Não sei
Status: Aguardando os "arquitetos" dos locatários.



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Sábado, Janeiro 22, 2005


HOJE É DIA DE LULINHA

Nos episódio anterior, o capeta Asmodirceu roubou a infância de Lulinha,
e o lançou, infantil e anarfabeto, nas agrueza da vida adurta.
Como num bastasse, jogo Lulinha de home importante nas redondeza do sertão que caminhava.
Lulinha, embevecido, nem disconfia da armação do zarapeio.


Lulinha:
Cupanhero zarapeio que mudança que me veio!
Nunca usava das gravata...só me alembro das bravata!

Asmodirceu:
Se assente, ô minino, se o destino li sorriu
Mesmo sem prosá direito, já se consagro no pleito e agora manda no Brasil!

Lulinha:
Quem me vê assim que erra, que nessas terra tão esticada
só daqui da Arvorada me aparece argúem que atenda
as demanda de minha contenda!

Asmodirceu:
Pois então não se atordoe!
Se preciso for que voe, mande recolhê mais prata
que um passarim de lata eu arranjo pra oce!

Lulinha:
Mai num posso acreditá nu que meus orvido descobre,
que pra defendê os pobre, apossado do bicho tão nobre, vou regalá meu ensejo...
...e por dois punhado de cobre!

Asmodirceu:
Mestre dos descaminho, quem me conhece assim acha;
Mas li agaranto que o rumo, por mim procê preparado,
decola pela direita, mas quando menos se espreita,
vira o caminho sinistro, e pelas força do ministro
adesemboca stalinista, e com o cê de maquinista!




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Quarta-feira, Janeiro 12, 2005


Arquitetura Funcional

Mário Quintana



Não gosto da arquitetura nova

Porque a arquitetura nova não faz casas velhas

Não gosto das casas novas

Porque as casas novas não têm fantasmas

E, quando digo fantasmas, não quero dizer essas assombrações vulgares

Que andam por aí. . .

é não-sei-quê de mais sutil

Nessas velhas, velhas casas,

Como, em nós, a presença invisível da alma. . . Tu nem sabes

A pena que me dão as crianças de hoje!

Vivem desencantadas como uns órfãos:

As suas casas não têm porões nem sótãos,

São umas pobres casas sem mistério.

Como pode nelas vir morar o sonho?

O sonho é sempre um hóspede clandestino e é preciso

(Como bem sabíamos)

Ocultá-lo das visitas

(Que diriam elas, as solenes visitas? )

é preciso ocultá-lo das outras pessoas da casa.

é preciso ocultá-lo dos confessores,

Dos professores,

Até dos Profetas

(Os Profetas estão sempre profetizando outras cousas. . . )

E as casas novas não têm ao menos aqueles longos, intermináveis corredores

Que a Lua vinha às vezes assombrar!

contribuição de TatianaGirl




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Sexta-feira, Janeiro 07, 2005


PODE SER SÓ UMA SENSAÇÃO MAS...

Quando um mestre obra sugere a você, no meio da reunião com o cliente, uma combinação de cores para as paredes mais legal que a sua;

Quando, um calculista lhe pergunta, na frente do cliente, porque é que você colocou tantos pilares sob aquele mezanino;

Quando um eletricista sugere a você, na frente do cliente, se não é melhor colocar uma luz mais quente do que essas fluorescentes "que deixa tudo menos aconchegante, sabe";

Quando um empreiteiro, na frente do cliente, pergunta se "aquela pedra" que você especificou para a o piso da cozinha por acaso não custa 400 dólares o metro quadrado, alem de manchar com gordura e alvejantes;

Quando o zelador do cliente pergunta a você como é que faz a manutenção daquele caixilho do hall a 15 metros de altura;

Enfim, quando o cliente pega a sua lapiseira e transforma uma circulação morta em área útil, na sua cara, e pergunta cinicamente "você não acha melhor assim?";

Você também não tem a nítida lembrança de que ouvia risinhos nos corredores da faculdade, a portas fechadas, mas não sabia o que era?



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Quinta-feira, Janeiro 06, 2005


Off-topic pesaroso

Will Eisner morreu.



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