Desde 22 de outubro de 2003


Arquivos



online




Blogs
Mexerica
Biama
Malungo
Depois da Queda
Blog do Tonho
Arquirados
Nedua
Alianadi
Quase Arquitetas
Admiravel Mundo Novo
E.A.THOBIAS
Tatiana
Itabigi
Primeira Lista
Observador
a r c h p i c t s


Links:
Arcoweb
Pritzkerprize
Vitruvius
Lucas Corato Fotografia e Arquitetura





CONTRATEM-NOS!
Arq. Rafael Lisboa Péra
Arq. Alberto Barbour
Arq. Lucas T. Decina
Arq. Kiko Masuda
Arq. Lucas Corato








Ultimos comentários:



Seção off-topic:

Enquanto desenha, escute:
PJ Harvey
Franz Ferdinand
The Killers


Enquanto imprime, veja:
Parlata
Daniel Piza


Enquanto almoça, tente:
Pinguim Acrobata
Joguinho do Helicóptero
Teste seus reflexos




O Architecture é um blog de arquitetura no brasil, discutindo temas como projeto, construção civil, teoria da arquitetura, mercado, design e outros temas. Entre e comente nossos posts!




 

Quarta-feira, Março 31, 2004


Digam oque quiserem, esse eu achei A-N-I-M-A-L.

Spacelab Cook-Fournier
Kunsthaus Graz. Graz, Austria










entrevista (onde ele diz q tem escutado "a lot of 20th century brazilian music")





|
Comments:



Segunda-feira, Março 29, 2004


Da série "Os 7 Pecados Capitais"
1º - Soberba


- Bom dia, é do escritório de arquitetura?
- É sim.
- Eu poderia falar com o arquiteto responsável?
- É o próprio.
-Ah, ótimo. Eu tenho uma série de dúvidas sobre o que eu tenho de fazer para construir um shopping, e acho que o senhor pode...
- Pode parar.
- Hein?
- Pode parar. Eu não faço shoppings.
- Não?!
- Não. (tapa o bocal do telefone e vira pro estagiário) Só me faltava essa!...
- Puxa, eu achei que o senhor fizesse projetos de grande porte... o senhor não fez aquela reforma daquele centro cultural que...
- Não interessa o que eu já fiz; shopping eu não faço, ponto.
- Porquê?
- Como porque!?!? Ainda pergunta!! (olha pro estagiário, impaciente) Tá pensando que eu sou o que?
- Arquiteto!?!?
- Os shoppings acabaram como espaço público, meu filho. São não-lugares, entendeu, não-lugares!!!
-Não-lugares?!?
- É, não-lugares, significa que eles não pertencem a lugar nenhum, porque são todos iguais!!!
- Ah, mas o meu seria em um condomínio fechado....
-O QUE??? EM UM CONDOMÍNIO (engasga para o estagiário, que vai pegar um copo d'água) ...FECHADO??? Você é louco??? Onde você já viu isso???
- Na Disney.
- (Chuta forte o estabilizador e caí da cadeira, sendo socorrido pelo estagiário, com um copo d'água) Um ultraje...Um ultraje!!! Em anos de exercício da profissão eu nunca recebi uma proposta surreal como essa!!! Um shopping - num condomínio fechado - como na Disney!...( põe a mão no ombro do estagiário)
-Mas eu ainda não fiz a proposta.
-Hein?
-Eu tava pensando em gastar no máximo, dois milhões com o projeto. O senhor acha viável?
-(empurra o estagiário, que cai) Dois milhões com o projeto?
- Dá?
- (silencio)
-Senhor?
- Olha...Isso envolve colunas gregas?
- ãn? Não...Acho que não.
-Então é claro que dá!!! O senhor vai querer com trenzinho passando na praça de alimentação?



|
Comments:




Grandes questões da faculdade que hoje dou risada
Você projetaria um condomínio fechado? Você projetaria um shopping?



|
Comments:







|
Comments:



Quarta-feira, Março 24, 2004


Revirando o Baú...





Sede da SAAU (Sec. Acadêmica de A. U.) EESC-USP. Construída em regime de mutirão em 2001.



|
Comments:



Terça-feira, Março 23, 2004


Pausa tecnica
Alguem sabe de algum Site ou outro lugar em que eu encontre custos de materiais de construção, por exemplo, custo de m² de parede, de m² de laje, de telhados, etc etc..
Na revista Arquitetura e Construção tem uma tabela, mas não é tão completa.
Obrigado.



|
Comments:





Não é essa



|
Comments:





Capela do Instituto de Tecnologia de Illinois - Mies Van der Rohe



|
Comments:







|
Comments:



Segunda-feira, Março 22, 2004




Templo da paz - Manoel Coelho - Curitiba


Pavilhão de Projeto I - estudante Lost - 1997


alguns fiéis em frente à nova igreja da seita



|
Comments:




Formas arquetipicas

Ah bom - Diz a dona de casa - Agora sim uma igreja bonita.



|
Comments:




ARQUITETURA E SIGNIFICADO
Da série "Isso sim é uma capela"








|
Comments:



Domingo, Março 21, 2004





|
Comments:



Quarta-feira, Março 17, 2004




World Trade Center Site Memorial Competition
(clique na imagem)



|
Comments:



Segunda-feira, Março 15, 2004



"Eu quero mais é que o cliente se f*da.."



|
Comments:



Sexta-feira, Março 12, 2004





|
Comments:




"Quem conhece o cemitério vertical do Rossi? Não tem bandeirinha, mas tem uma volumentria que nenhum dos reconrtadores de caixa que vocês adoram conseguiu fazer, e olha que eles tentam.... "

É isso?



|
Comments:





É esse o ângulo.



|
Comments:



Quarta-feira, Março 10, 2004


Novos Ares


criador




criatura



|
Comments:




Novos Ares


criador


criatura




|
Comments:




Um pequeno desabafo
"Quem quer ver árvores que vá ao Jardim Botânico"
Oscar Niemeyer

Porrolino



|
Comments:



Terça-feira, Março 09, 2004


CRÍTICA DA LOBOTOMIA ARQUITETÔNICA

Blogs são uma novidade que certamente revolucionam o campo do conhecimento, e da geração dele. O fato de determinar um território de liberdade absoluta de expressão faz do seu espaço um suporte que viabiliza um debate honesto e aberto, sem mediação ou manipulação. Debate entendido como analises de fatos em busca de uma conclusão, de uma convicção, mesmo que temporária, mas baseada na razão, e não em subjetividades. Evidentemente nem todo mundo tem o hábito ou mesmo vontade de debater assim, mas ninguém aprende nada ouvindo "gosto/não gosto" sem justificativas. E ninguém, espero, tem tempo a perder com blogs de palpites subjetivos


O que costumamos chamar de "repertório" em arquitetura é uma idéia resumida, a saber, do processo de acumulação de conhecimento cuja natureza se manifesta dividida em pelo menos 3 aspectos: a experiência direta de um lugar, a leitura de projetos e o ato de projetar em si mesmo.Um repertório arquitetônico que se abstenha de uma dessas atividades é irremediavelmente incompleto. A sensação do espaço, a reflexão sobre o espaço, a criação do espaço são os processo cognitivos que definem uma idéia individual e consciente de arquitetura, num processo contínuo e sem ponto de chegada.


Daí que, de uma tacada só, Le Corbusier matou a primeira, manipulou a segunda e algemou a terceira, transformando o repertório não num exercício individual de crítica, mas num método coletivo de adestramento: "os olhos que vêem" ( "o que me interessa que vejam"). Para quem não é muito habituado a pensar por si mesmo, nada mais cômodo: ao invés de processar intelectualmente seu próprio repertório, o sujeito o abandona de bom grado por uma arquitetura, apenas uma, tão simples quanto vantajosa: ninguém mais precisa conhecer arquitetura, nem de grandes cogitações sobre como ela chegou até aqui; o "repertório novo" já filtrou o que importa, só resta juntar a peças "eleitas" e montar as "maquinas".


Enquanto Le Corbusier e sua trupe realizavam a maior operação comercial da história da arquitetura, angariando para seu cartel o monopólio da Verdade e do Bem contra literalmente todo o resto da arquitetura produzida em 5 continentes, talvez não tenha atentado para o efeito que a criação de novas religiões tem sobre a massa: abatidos por não terem certeza de possuírem "os olhos que vêem" , atiram-se em profissão de fé aos 5 mandamentos que passam a determinar não premissas arquitetônicas, mas valores morais. Depois da revelação moderna, tudo o que não for moderno não é, não foi e não será digno de existir, e não verão o reino dos céus corbusiano.


Mas apesar de ser plana e reta, a promenade que leva a esse céu apresenta provações de estremecer os franciscanos. O despojamento absoluto, por exemplo: é preciso abandonar todo tipo de ornamento, a saber, tudo o que não tem função ergonômica ou fisiológica no edifício, ou cujo desenho não represente estritamente essas funções. A primeira tabula rasa foi no campo dos objetos. Mas com o tempo acostuma-se e é bem mais fácil do que a outra provação: fundar templos da nova seita pelo mundo. Não importa o lugar, a cultura, o clima, o custo, nada pode abalar a pertinência divina de uma laje plana, de paredes brancas, de brises, harmonicamente atarrachados em forma de paralelepípedo.

O uso do edifício não importa. Sua personalidade individual não deriva mais do lugar onde está, e sua forma não faz qualquer alusão a seu significado; sua distinção se faz no plano abstrato, na composição inédita das mesmas peças, ou seja, seu valor não é local e absoluto, mas global e relativo. Como quem diz "meu reino não é deste mundo", como quem catequiza selvagens.


Daí que não há crítica possível quando o que se quer verificar não é o valor de uma arquitetura em si, mas o quão moderna ela é. Ou melhor, se ela reúne uma quantidade suficiente de índices que permita acolhê-la na prateleira dos modernos. Ou, caso contrário, se ela é "parabolóide", "neocolonial", "pós-moderna", "eclética", ou outros chavões que escondam a vontade latente de gritar "pecadores!". E se antes era preciso uma coluna grega para ser execrado, hoje um telhado duas águas já serve.
A incapacidade de reconhecer qualquer tipo de arquitetura que não seja moderna é evidente pela vocação tabula rasa. Toda arquitetura existente deve ser destruída, mesmo que ela tenha algum valor e possa ser utilizada. E se o inevitável acontecer, se ela tiver que ficar, ela será não mais arquitetura, mas uma imagem estática, desvinculada do edifício, um troféu arqueológico para ser visitado como uma pintura rupestre, devidamente enquadrada pela arquitetura vencedora.

E só a arquitetura moderna é "séria". A outra são "bregas" ou "engraçadas" (pode-se até apontar e rir, sem constrangimentos). Nesse contexto, um relógio pode ser mais engraçado que um circulo yin-yang de argamassa. Acreditem, é tudo uma questão de fé.




|
Comments:



Sexta-feira, Março 05, 2004


13/3 Churrasco, peguntem-me como.


|
Comments:



Quinta-feira, Março 04, 2004


Um ( não tão) Breve Memorial

A estrutura existente de cobertura é pífia. Mal poderia sustentar qualquer sobrecarga extra, a saber, além do próprio jateamento de celulose, se vocês olharem na imagem do interior, verão pesadas treliças onde ficam as penduram talhas de iluminação. Toda essa estrutura complementar, mais a iluminação geral, ficarão na estrutura nova, que além da cobertura suporta também a passarela externa (de um lado) e um mirante no mezanino (de outro).

Em relação à necessidade da cobertura nova, (e do seu desenho ser diferente), ela se faz necessária por várias razões. Em princípio, más notícias pra quem deposita excessiva esperança numa telha sanduíche. Ela não dá nem pra saída. Não só o colchão térmico se faz necessário, como ainda tememos a necessidade de uma complementação mecânica mais severa. Grandes aglomerações de pessoas (no caso, mais de 2 mil) tornam-se uma variável nova entra no calculo: o calor que as pessoas emitem: podem elevar em alguns graus a temperatura ambiente e deixar tudo insuportável. O que nos leva à necessidade de uma troca veloz de ar lá em cima, e ao desenho da cobertura: um "dumper" mecânico se faz necessário, e daí o desenho de um lanternim contínuo.

Mas questões técnicas são apenas as premissas: a arquitetura resultante do processo tem como um dos objetivos atendê-las, mas não é isso o que nos importa.

O que nos importou foi mergulhar no caráter do espaço que estávamos projetando. Compreender em todas as escalas físicas o que significava projetar um centro cultural. Soluções genéricas não nos interessam.

Bandeirinhas têm um papel arquitetônico bastante definido. Em escala mais ampla, denotam demarcação de um território, e identificação de uma comunidade. Isso muitos séculos antes de existir Aldo Rossi.

Trata-se de um edifício público com eventos de alcance regional, implantado em uma colina que pode ser avistada da rodovia que dá acesso ao parque; as bandeirinhas cumprem um papel bastante interessante de demarcação. E também demarcam festividades, uma outra tradicional função. É um meio de identificação da cada atividade específica (como o próprio Lucas comentou, podem-se trocar as bandeirinhas), um meio de criar identificação do usuário com o edifício.

Assim como o relógio. Desde sempre, os relógios públicos sempre ficaram em lugares de aglomeração pública. Mesmo dentro do contexto de um parque que prevê inúmeras atividades simultâneas, este ponto, por ser cume e por ser plano, é o espaço de aglomeração pro excelência.
Ao invés de se isolar o relógio na praça, o incorporamos ao edifício. O edifício é referencia no espaço, e porque não, também no tempo.

Obviamente o projeto foi apresentado e aprovado pelos clientes, e serviu como prova dos nove de uma verificação que estávamos ansiosos pra fazer. Nossa idéia era a de que independente do que certas soluções arquitetônicas ativam na psique de cada pessoa em temos de significado, simbologia - conceitos e pré-conceitos em geral - elas existem antes de tudo por razões simples. Apostamos que clientes tem a cabeça mais limpa pra enxergar isso do que os proprios arquitetos.Bingo.

Paredes de blocos existem porque tem um determinado desempenho estrutural, térmico e acústico, e não porque parece galpão industrial humanizado ou sei lá o que. Cobertura em duas águas são excelentes para escoar águas pluviais em grandes superfícies, assim como lanternins pra troca de temperatura, e não porque parecem estábulos (!?) ou parece Aldo Rossi, ou qualquer referência cultural externa à solução. Só Deus cria do Nada, agente só adapta o existente. Se uma solução aqui já foi usada lá, é porque deve atender bem os dois lugares. Imagino que não há forma melhor de se justificar qualquer projeto. O resto está na cabeça de quem vê. Ou acha que vê.



|
Comments:




Pavilhão Cultural de Chapecó
Local: Parque de Exposições Tancredo de Almeida Neves, Chapecó-SC

Esse é o pavilhão existente; é usado para fins culturais, por mais incrível que possa parecer. Pré-moldado de concreto e zinco. A implantação tem de permanecer intacta assim como tudo o que pudesse ser reaproveitado.

Objetivo: Tornar esse lugar habitável térmica e acusticamente, dotá-lo de infra-estrutura cênica para apresentações teatrais, musicais e palestras, sem perder a flexibilidade e a possibilidade de ter o piso do galpão totalmente livre.







O grande enfrentamento do projeto foi conseguir configurar um sistema ambiental cênico em edifício com muita flexibilidade de uso. O átrio principal do pavilhão foi projetado para ter até 5 layouts diferente e até 3 usos simultâneos.

A partir do ambiente principal do Pavilhão você acessa o mezanino; ele avança para fora do edifício, configurando uma varanda-passarela que o integra ao mirante sobre o anexo, que tem acesso direto garantido por rampa e escada próprias. Os camarins do anexo tem ligação direta com o palco dentro do pavilhão.O palco é removível, mesmo assim.

Partidos Técnicos:
Substituição das vedações laterais por paredes duplas de bloco estrutural.
Construção de uma segunda cobertura, configurando um colchão térmico sobre a existente.
Construção de um anexo em "L" que configure uma praça de chegada ao Pavilhão, para abrigar a administração, os sanitários e os camarins de apoio. Sobre ele, um mirante ( a implantação é o come de um morro que termina no lago-reservatório da cidade .
Construção de um mezanino interno para ampliação da capacidade e multiplicidade de usos.Sob a laje do mezanino, divisórias acústicas podem isolar até 3 salas com capacidade para 100 pessoas.
Construção de urdimento, varandas cênicas, e cabine de controle para configuração do sistema ambiental cênico.











Etapa: Captação de Recursos
Previsão de termino: Novembro 2004
Créditos:
Arquitetura e Cenotecnia: URDI Arquitetos Associados/ Grupo Espaço Cenográfico
Maquete Eletrônica : Lucas "Lost" Decina



|
Comments:



Quarta-feira, Março 03, 2004





|
Comments:






essa foto é muito ridícula, não resistí.

moral da história: "Foto de divulgação, você ainda vai tirar uma." (se tudo der certo...)



|
Comments:




Arquiteto ou gerente de banco?



arquiteto...mas de mãozinha fechada


e por fim...dedinho no nariz


E cantando.."Se você disser que eu desafiino amor..."



|
Comments:



 
BlogRating