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O Architecture é um blog de arquitetura no brasil, discutindo temas como projeto, construção civil, teoria da arquitetura, mercado, design e outros temas. Entre e comente nossos posts!




 

Sexta-feira, Novembro 28, 2003



1 real para quem adivinhar quem é esse Sr.



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Agora eu quero ver o circo pegar fogo...

Isso me lembra um dia que eu falei pra vanessa, via email, com o seguinte diálogo:

- "Eu gosto do memorial da America Latina"
- "Mas não tem escala humana, é árido, os edificios são soltos, é fechado, não se pode atravessar etc...
- "É....mas eu gosto é da viga"



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Decadência ou esclerose?




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Quinta-feira, Novembro 27, 2003


O que eu tenho a dizer sobre esse projeto (das bolhas de sabão)...

É bom, que em países desenvolvidos, façam esse tipo de coisa, pesquisas, inquetações, gastem rios de dinheiro, façam coisas lindas e legais e caras, para ganhar mais dinheiro para fazer mais coisas lindas, legais e caras.
No Brasil, que é um pais pobre, onde se tem que gastar 500 reais o metro quadrado (sem qualquer tipo de critica a construtores e especuladores). Se não for uma grande empresa com consciencia de que uma arquitetura cara melhora a imagem (dinheiro).
Eu imagino a construção de uma escola no nordeste, uma cobertura de uma quadra numa favela no Mato Grosso por exemplo. O que imaginam para isso? Ou uma casa para alguem, que não quer gastar muito.
É a capoeira dentro do elevador...fazer coisas boas com poucos recursos....sem adornos inuteis etc...
Etc. etc. etc...



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Anotações de Guardanapo

FAU, Brasília.
Critérios de Escultura para julgar Arquitetura
Extrai beleza da sua fragilidade enquanto espaço
Teorias materializadas, ignoram sua implantação;
Encaixam usos nas formas; adequar-se à arquitetura!

Kunsthall
As partes só formam um todo dentro dos critérios da Arquitetura.
Extrai beleza da sua qualidade enquanto espaço
Só faz sentido naquele lugar, é todo implantação.
A partir do uso, define a forma; adequar-se às pessoas...




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Quarta-feira, Novembro 26, 2003


Momento crítico do ensino de arquitetura no Brasil

Dia 1o. de dezembro, na UNIVAP, o arq. Lost será integrante de banca de TGI. Neste momento ele encontra-se ensaiando sua fala, que independe do projeto a ser apresentado.



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Sexta-feira, Novembro 21, 2003


Grandes belezas da Arquitetura Brasileira



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Grandes musas da Arquitetura Brasileira



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Quinta-feira, Novembro 20, 2003


forma segue a função

Nada mais adequado para um conjunto de piscinas do que um projeto baseado em bolhas de sabão
Vitruvius



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Assisti a um Documentario com um depoimento do Paulo Mendes da Rocha..é bom.. a primeira vista é tudo uma viagem...ele fala das estações espaciais, das piramides...etc...não tocou no assunto de nenhuma obra especifica dele....todas as perguntas feitas, por exemplo, fale-me sobre a sua casa, ele começa a divagar ..mas de uma forma legal...falou que moraria em qualquer lugar, desde que seja no coração de SP..

Ele falou..."Lavabo Social", disse assim, porque social? Voce vai chamar os amigos la dentro? Como se tem 1,1m por 0,9m? Uma vez um amigo meu entalou...(ou similiar)
Enfim, convem ver de novo pra entender...muito denso o assunto.

Assisti tambem esses dias a um DVD do Artigas, que tem ele falando em preto e branco com a Voz do Seu Jesus..mas esse é mais didatico, visitam as obras dele..Entrevistaram a Elza Berquo, que tem a casa com uns apoios em tronco de arvre....



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Quarta-feira, Novembro 19, 2003


Eu lembro que no primeiro ano o Gelson tinha aquele discurso bem rigido de que a forma segue a função...Ai ele disse que as formas curvas no topo da villa savoye era porque tinha um vento que batia lá que essa forma era a perfeita para barrar aquele vento. Era mentira ou é isso mesmo?


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Seção comentarios promovidos
Não exatamente, lucas...Tem estrutura metálica, mas devido ao codigo dos bombeiros, a estrutura metalica teve que ser envolvida por um pilar de concreto. Então, para manter a estetica industrial, o que ele fez? COLOU um outro falso pilar metalico na parte externa do pilar de concreto.
O detalhe abaixo está pequeno, mas dá pra ver.



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Terça-feira, Novembro 18, 2003


Arquitetura da Subtração ?

Brasília não tem esquinas;
o Mube não tem acervo técnico;
a FAU não tem janelas;
o Teatro de Araras não tem circulação técnica;

Entre o inóspito e o inútil, acho que uma boa parte da idolatrada arquitetura moderna brasileira é a chave da resposta de porque ainda temos neoclássicos, neocoloniais e neomediterrâneos pipocando por aí.



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Sábado, Novembro 15, 2003


Porque eu amo o 3DStudio

meu TGI
.

essa é a cobertura da qual eu falei, lost
as forma são totalmente diferentes, mas as idéias se parecem, o que acha?
.

livraria no aeroporto
.

vendo da cabine do piloto
.
é isso aí, falem à vontade...



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Putz...

só hoje resolvi entrar no site do prêmio pritzker pra ver como é...

é muito brega pra um prêmio pomposo como esse!

entrem no link ao lado, no topo do site, e decepcionem-se!



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Sexta-feira, Novembro 14, 2003


Porque eu gosto do Archicad


Pedaço de projeto p/ concurso de arquitetura. (Ainda em andamento- se vc está participando de algum, favor não plagiar...;-))



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Delta Centro Empresarial
Ribeirão Preto
Status atual: Pago pela metade, projeto aprovado na prefeitura, fundação e arrimo prontos, placa de vendas.



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Vista do acesso


No primeiro plano tem a piscina e a varanda do salão de festas. No lado direito da imagem, o acessoc/ pé-direito duplo. Alí vcs vêem q tem uma escada que dá acesso ao salão de festas, assim visitantes nem precisam entrar no edifício. Dá pra ver tb uma parede vermelha, não? ela é uma senóide que corta esse hall de acesso, é bonito. Os apartamentos só começam a partir do 2o. pavimento ("os apartamentos de 1o. andar são dificeis de vender")



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pequena pausa nas questões de urbanismo

Residencial Ilhéus.

20 pavimentos (2 cobertura)
6 apartamentos por andar (total: 114 unidades)
área máx. da unidade : 70 m2!!

obs: os apartamentos são de 3 dorms. e tem suíte



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Uma pausa para uma risadinha




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Top 10 nomes de coisas em Brasília

1. Aeroporto JK
2. Colégio JK
3. Universidade JK
4. Memorial JK
5. Praça de Alimentação JK
6. Edifício JK
7. Ponte JK
8. Enduro JK
9. Pousada JK
10. Parque JK

Bonus-track
11. Hospital Sarah Kubitschek

Fonte: Homem Chavão





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Pobres



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Centro



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Quinta-feira, Novembro 13, 2003





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Com certeza o objetivo não é garantir a continuidade, infelizmente, mas...
Vou mandar uma planta dele imerso na cidade. Não tem onde se apoiar para construir a continuidade...de um lado um bairro com ruas todas quebradas so de residencias de luxo, de outro a estrada, de outro a "City Ribeirão" , que tem um desenho circular que nao tem nada a ver com nada... Claro que continuidade sempre é bom, mas as vezes é dificil, porque as vezes o limite das glebas etc...seria preciso que tivesse (ou melhor que tivesse tido) um plano de diretrizes viarias que prezasse pela continuidade, e os planos urbanisticos dos loteamentos tivessem tido continuidade entre si. A partir do momento que ja fudeu, voce não tem onde se apoiar, voce pode ate puxar ruas de loteamentos vizinhos, o que as vezes causa certa estranheza, mas nao pode prever o que acontecerá nos bairros nos limites.
Acho que esse bairro, Jardim Botanico, OBVIAMENTE teve que atender ao mercado imobiliario,


O Alberto disse: (ler com a voz do Alberto)
"Acho o seguinte: imaginar que a suposta identidade e uso que o morador vai estabelecer com a pracinha que fica no seu beco, exatamente porque fica no seu beco, é reafirmar o problema que se declara combater: se há uma ruptura na relação do morador com o espaço público, é porque "espaço público" na nossa cultura não é o 'espaço de todos", mas "terra de ninguém". Não há a cultura de uso do espaço "que não é seu" . "

Eu acho que é o começo. O que a Janis Joplin (sic) diz...ruas que funcionam, ruas que não funcionam, ruas vigiadas pelos proprios moradores...Você vê seu vizinho pela janela e diz "Ô fiadaputa" etc o Hertzberger da apropriação da rua pelos moradores que a "completam", a relação de vizinhança, de seu filho brincar na rua, que tambem é publico, mas mais protegido, mais proximo de casa...Se você começa a prestar atençao na sua rua, na sua praça, no seu "Beco", começa a cuidar, usar etc, isso é bom porra! Deixa de ser terra de ninguem!
Entretanto, se a pracinha de 10x90 tivesse 50x50, e a rua nao terminasse em col de sac e continuasse, seria melhor? Seria?? (sério não sei).
Ao contrario da rua local, praça com igreja bar etc, ver pessoas diferentes, tomar um chopp etc ocorreria no parque linear que seria o espaço publico maior, mais abrangente.



(l.c.v.a) "espaço público" na nossa cultura não é o 'espaço de todos", mas "terra de ninguém". Não há a cultura de uso do espaço "que não é seu"
Alberto, expanda esse parágrafo, principalmente a frase "Nossa Cultura"


"Segurança é uma ilusão a ser comprada" (ou similar que o Alberto disse, desculpe, perdi)

Tipo, claro, os condominios são como uma aspirina para o cancer no cerebro, mas os empreendedores pensam na prática em ganhar dinheiro, não na igualdade e democracia na cidade. MAS uma questão: Qual a diferença de segurança e "Sensação de segurança"? Pelas estatisticas, quantas casas em condominios fechados são assaltadas, quantos predios e quantas casas na rua? Em números concretos alguem sabe? Se, na média for a mesma, o que se vende é a "ilusão da segurança", se o condominio for de fato mais seguro, de fato se vende a segurança? Ou a PseudoSegurança dos condominios serve para gerar mais desigualdade, o que gera mais insegurança? Só tenho questões, não tenho posição.




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Quarta-feira, Novembro 12, 2003


Não dá pra saber, a princípio, se o objetivo deste loteamento é realmente estabelecer uma continuidade com a cidade; a maioria dos novos empreendimentos na verdade estão em geral agregando valor exatamente em uma ruptura, em maior ou menor grau. Ou seja, não gostaria de ficar julgando o projeto por um objetivo que ele não se propôs a atingir.

Mas, no caso de realmente esse loteamento ter como meta o estabelecimento de uma relação mais qualificada entre as residências e os espaços públicos, é preciso avaliar se algumas premissas que eles apresentaram realmente desempenham o papel esperado na realidade.

Acho o seguinte: imaginar que a suposta identidade e uso que o morador vai estabelecer com a pracinha que fica no seu beco, exatamente porque fica no seu beco, é reafirmar o problema que se declara combater: se há uma ruptura na relação do morador com o espaço público, é porque "espaço público" na nossa cultura não é o 'espaço de todos", mas "terra de ninguém". Não há a cultura de uso do espaço "que não é seu" .

Então, se ao invés de prover uma relação mais qualificada com o espaço público, a gente reserva um pedaço dele, esconde, delimita e chama de nosso, não estamos em nada melhorando a situação, apenas reforçando a imagem de que "o espaço público de verdade é muito perigoso, é melhor eu 'ter' um que é ao menos (tapem os ouvidos!) 'semi-público', né?". Como essa palavra é uma contradição em termos, ela tem que se resolver pra que lado ela vai. E ela normalmente se resolve pelo "semi". Com guarita E portaria.

Mas a questão que acho importante mesmo nessa estória, é anterior. Pra que praça? Pra que espaço público? De que me adianta uma praça sem uma sorveteria, um café, quem sabe um cinema, ou vá lá, uma igreja? Pra passear? Talvez, mas não "dentro" dela, no caso, porque 10 metros de largura não permitem; talvez então na "calçada", ver gente nova? Certo? Não. Além de não serem exatamente bem vindas, o que é que elas iriam fazer lá? No mínimo suspeito...

E pra concluir, não acho pertinente essa colocar a questão das "áreas verdes" como uma competição. Esse termo , aliás, generaliza situações distintas; concordo, a avenida merece um tratamento paisagístico diferenciado; é, e deve ser, sem dúvida, distinto do tratamento empregado nas ruas secundárias, sobretudo pro uma questão de paisagismo. Mas não é preciso "regular" a quantidade de verde do interior do loteamento para valorizar a avenida. Basta dar tratamento paisagístico "de bairro" onde é bairro, e "de avenida" onde é avenida.

No, fim, Rafael, acho que esses cara tentam sustentar um discurso "urbanista" tendo em vista o mercado imobiliário, que sabe que "segurança" é a ilusão a ser comprada no momento....






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Continuando...desculpem a desorganização:

Eu acho que a pracinha não vai ter movimento de automoveis pra se preocupar com a bola caindo. (Somente transito local, sem comércio). A pracinha tem em média 10m por 90m (900m2). A maior parte das praças do Brasil é circundada por ruas. Não é o que se chama de PUXA QUE PRACA, mas tambem não é uma rotatória.

Falar que tem que ligar pro outro lado porque podem fechar e fazer condominio fechado não faz sentido. O arquiteto em seu discurso diz que esse posicionamento dos lotes frentes a pracinhas é justamente para criar uma identidade e uso do morador, dando a segurança de não precisar de portaria.
(Alias portaria e Guarita são coisas diferentes, a rua da casa da minha avó tem uma guarita, mas é aberta, não tem portaria)
As áreas verdes obrigatórias devem estar espalhadas pela praças e pelo parque linear.

Quanto as declividades não sei, mas realmente é íngreme.

Não sei quanto tem de área verde na margem do rio, mas acho adequado você ter a area verde junto ao rio (que é limpo), pode criar ciclovias em nivel, pistas de caminhada etc. Tem entre 30 e 40 m de cada lado do rio, dando entre 60 e 80 m de largura, tendo um alargamento que dá 30.000 m² de verde.

Em outro bairro, o jardim Canada (que a Xanda mora), as áreas verdes são espalhadas, o que acontece é que todas sem excessão sao abandonadas. Colocando a área verde junto da avenida, talvez colabore para a manutenção e o uso (vide exemplo de Copacabana, ou qualquer praia).

O legal disso tudo, é que o bairro existe, tá pronto, e já estão pintando as primeiras construções, daqui a uns 10 anos vamos ver o resultado.



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Continuando a mesa redonda, ainda sem mesa:

Só uma coisa.... não estamos fazendo projeto de loteamento, na verdade são diretrizes de ocupação para uma área na área de expansão da cidade [de S Carlos], que não é projeto...e vem antes do projeto...mas isso fica pra depois...

Bem, mil coisas pra falar.... essa discussão da malha aberta, ou fechada vai longe....mas na minha opinião, a solução mais interessante para os dois casos é a da malha fechada (ou contínua)
Principalmente por estabelecer continuidade do tecido urbano existente, da cidade, da malha. Obviamente a continuidade da cidade, e não da malha urbana se dá, também, por outros fatores, como paisagem, usos, volumetria das edificações, espaços livres, áreas verdes, tratamento dos espaços públicos... mas acho que o sistema de circulação é tem grande responsabilidade.

Malha fechada não significa malha ortogonal, pq malha ortogonal aplicada num terreno como o de SC, gera ruas com declividades altíssimas [o que traz outros trocentos problemas...]

Hierarquia de Vias é necessário sim, otimiza o sistema, torna-o legível, facilita a implantação de sistemas relacionados [de transporte coletivo, coleta de lixo, distribuição....] mas hierarquia de vias não significa malha aberta [com cul de sac, pracinha ou qquer outra solução]. A hierarquia pode ser expressa e reforçada por tipologia de vias, pavimentação, arborização, usos, controle de velocidade.....

Garantida a continuidade com a cidade, acho até legal ter algumas exceções, e eventualmente algumas ruas com cul de sac... claro que não pode ser gratuito... Pode ser que seja a melhor solução em casos específicos...Aí, se for empregado, acho que deve-se tomar cuidado com diversificação de usos, para evitar que a rua seja fechada.

E outra coisa.... uma coisa e o projeto, outra é o discurso ou as intenções do projeto... No jd Botânico, Rafa, convenhamos, por mais que se diga que aquela área central é parque... não é. Não tem dimensões pra ser. Aquela área é APP, do córrego que passa ali... não pode ser ocupada, por lei, e na verdade nem poderia ter aquelas avenidas marginais [não tenho certeza, mas não acho que te 30 metros ali entre o rio e a rua...não sei...] Não sei se é o caso, mas é uma sacanagem comum o loteamento colocar as áreas de APP na contagem das áreas verdes... De qquer forma, mesmo não sendo parque, é legal para qualificar um pouco o loteamento.

Outro problema que eu acho que o jd botânico tem é a declividade muito acentuada das ruas perpendiculares ao parque, resultado da aplicação da malha ortogonal sem considerar a morfologia do terreno... o terreno não á tãããããão íngrime, mas com certeza passa dos 7% recomendáveis [ e máx de 10%]. De novo: se o arquiteto ta defendendo um ¿maior uso do espaço urbano¿ ....

As pracinhas locais...na verdade, não são pracinhas, são rotatórias... deve-se avaliar a qualidade do espaço de uma praça pequena, cercada de ruas por todos os lados. Se um moleque chuta uma bola, a bola já ta na rua, e o moleque tb... aí atropelam 3 moleques e já fazem abaixo assinado para fechar todos os cul de sac, para uso exclusivo dos moradores... põe guarita, aí virou condomínio e fodeu tudo!!!!

Acho que o que importa mesmo é a continuidade com a cidade...



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Acabei de chegar da "Mesa Redonda" (nem tinha mesa), aqui em Ribeirão, cujo tema era Urbanismo em Ribeirão Preto.
EStava presente o arquiteto que projetou a maioria dos novos loteamentos, inclusive o Jardim Botanico (depois eu coloco uma planta dele aqui(do lotemento)). Trata-se de um bairro baseado em um parque linear com lagoas de contenção, e com uma avenida principal.

Transversalmente a essa avenida, uma em cada duas ruas que cruzam se ligam aos bairros adjacentes, e a outra se fecha em um cour de saq (sic) a redor de uma pracinha.
A justificativa: a hierarquia de vias propicia um maior uso do espaço urbano. Ou seja, como a rua com a pracinha é uma rua local, teoricamente só passaria por lá quem é morador ou visitante, uma rua local. Ele afirmou que o sistema de malha continua predominante em Ribeirão (principalmente na região central, no qual até as ruas locais tem pesado movimento de carros) é responsavel pelo pouco uso e permanencia do espaço publico, posto que cada vez mais automoveis ocupam as ruas.

Nessas pracinhas locais, não haveria fluxo de automóveis, somente entrada e saída dos carros dos moradores.
Me lembrou aquela discussão que tivemos no 4o ano, que culminou na saída do Jorge do grupo (eu o André e o Noku), no qual eu e o André defendiamos a malha ortogonal e o Jorge não.

Aí fui lembrando do projeto, e da cidade de São Carlos. Lembrei que, ao contrario de Ribeirão onde a malha ortogonal ja foi pro saco faz tempo, (apenas no centro e bairros proximos), em São Carlos ela é meio uma regra ainda, (circundava toda a área de intervenção).

Eu e o André acreditavamos que a malha não poderia ser rompida somente naquele ponto, e a "continuamos por uma questão de continuidade" (mil sics), ou seja, para manter a ideia de cidade que ha no (in)consciente do cidadão Sancarlense.

Aí comecei a lembrar que nesse projeto a área destinada as habitações tinha sim uma rua local, que passava no meio da quadra de 100x100, desacelerando os veiculos.

Lembrei tambem do meu TGI, que fazia a hierarquia de vias....

Ao contrario de São Carlos, a "Area de intervenção" do lotemento Jardim Botanico está em uma área de expansão, não há uma logica clara da cidade em volta...
Eu queria que a MArina e o Braulio, que estão projetando um loteamento, entrassem na discussão, coloquem aqui as informações sobre o vosso projeto, discutam...

PS. Não tenho informações completas sobre os usos e gabaritos permitidos nesse bairro, o que eu ACHO é o seguinte..
Na avenida: pode comercio, residencias, predinhos e predios altos...nas ruas com balaozinho e nas que ligam: pode predinhos e casas.



ps. Eu odeio o aquifero guarani porque um dia teve uma conferencia sobre Arquitetura e Estatuto das Cidades, e no mesmo dia teve uma sobre o Aquifero Guarani. Na do aquifero guarani foi até o prefeito, saiu na tv, a de arquitetura, neca...Igual o Paulo Mendes da Rocha disse: Estuda-se geografia e não se fala sobre as cidades, deveria-se ensianar urbanismo..tipo Quimica, Fiscia, Urbanismo, Matematica, etc
MAs aí dá outra discussão.



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Terça-feira, Novembro 11, 2003


PECHINCHA
Arquiteto:


Cliente:


Arquiteto:


Cliente:


Arquiteto:


Cliente:


Resultado Final:



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Segunda-feira, Novembro 10, 2003


MESAS REDONDAS

HOTEL PALACE ¿ PRAÇA XV DE NOVENBRO às 19:00 hs

10 de novembro APROPRIAÇÕES E ESTUDOS ¿ PLANEJAMENTO E EXECUÇÃO DE EXPOSIÇÕES participantes GRUPOS PARTICIPANTES DO CURSO MINISTRADO PELA PROF. DRª. MARILIA XAVIER CURY (DEMA, SECRETARIA DE ESTADO DA CULTURA E MAE/USP) SOBRE PLANEJAMENTO E EXECUÇÃO DE EXPOSIÇÕES.

coordenação SILVIA MARIA DO ESPÍRITO SANTO (MUSEU HIT´RICO E DO CAFÉ)

11 de novembro ESTUDOS DE ARQUITETURA PARA RIBEIRÃO PRETO - URBANISMO E MEIO AMBIENTE

participantes SILVIO CONTART, RICARDO ROCHA, CARLOS ALBERTO GABARRA, MARIÂNGELA GARÓFALO

coordenação ERCÍLIA PANPLONA, PAOLA CARNEIRO

12 de novembro REUNIÃO IAB

13 de novembro ESTUDOS DE ARQUITETURA PARA RIBEIRÃO PRETO ¿ PATRIMÔNIO ARQUITETÔNICO

participantes CLÁUDIO BAUSO, VALÉRIA VALADÃO, TÂNIA REGISTRO

coordenação CARLOS PALADINI, GISELLE RUAS SANTIAGO

14 de novembro ESTUDOS DE ARQUITETURA PARA RIBEIRÃO PRETO ¿ ARQUITETURA E CIDADE

participantes LUIZ CESAR BARILLARI, CARLOS STECHHAHN, CARLOS TROCA, CASSIO PINHEIRO GONÇALVES

coordenação RITA FANTINI, DARIANE BERTONI





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Domingo, Novembro 09, 2003


Coisas que eu nunca imaginei que fosse projetar na vida até começar a trabalhar na prefeitura e ter que fazer uma:



Pista de "street" skate + campo de futebol
::



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Sexta-feira, Novembro 07, 2003


Quem tem o catálogo da bienal favor abrir a pág. 254


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Nelson Kon..fotógrafo de arquitetura


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O projeto abaixo eu montei no Archicad 8, q eu to fuçando bastante e achando muito bom...os detalhes finais do render (iluminação, ajuste dos materiais...) sõ do 3D max.


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Casa com "cara" de casa (acho eu...)

Autores: Pedro Eckman, Manu e Lost.
Local: Ribeirão Preto
Status: Não construído (mas pago, pelo menos)

depois explico coisa do projeto...



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Quinta-feira, Novembro 06, 2003


Impressora A1

Aceito doaçoes. Preciso de R$ 5.337,77



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A diferença entre arquitetura e escultura

A obra cima foi vencedora do concurso da bienal de Arquitetura de São Paulo, 2003
Depois comento, mas para mim isso não é arquitetura. É Lindo, mas não é arquitetura.
É um monumento, uma escultura, uma instalação, uma obra de arte.
Mas não é arquitetura.
Lembrem do pavilhão do 1o ano. Arquitetura, abrigo, espaço, etc...
O que acham?



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nesse momento no escritório:

...só estou eu aquí. Bateram na porta, é uma tal Dona Conceição e seu filho. Dá pra ver q é mãe e filho pq são vesgos iguais. Falei q não tinha ninguém (eu sou ninguém...) mas decidiram esperar....agora ficam aquí olhando pra minha cara enquanto escrevo no blog e no icq ao invés de tentar ganhar algum dinheiro...



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putz, entrei, nem acredito.....
....vlw moderator...

pode falar palavrão aqui?



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Exposição de TGIs de Ribeirão, em Ribeirão...
Na abertura estavam servindo cerveja e não tinha banheiro.
Tinha boate, mas não tinha banheiro.

Destaque para o chopp do Doutor Linguiçã, bar do lado do pinguim com o melhor sanduiche de linguiça da região.



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Quarta-feira, Novembro 05, 2003


Entrevista com Frank Gehry, para ler com calma


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Terça-feira, Novembro 04, 2003


e aí, moçada?!
quais as impressões sobre a bia?
eu particularmente acho que esse esquema de mostra é mais válido pras outras artes.
em bienal de arte você vai, se cansa de tanto ver as obras, e mesmo desgastado consegue apreender um pouco da intenção do artista e pensar na obra depois, em casa, e compreendê-la um pouco mais.
já em arquitetura você precisa ter entendido tudo, ou quase tudo. não dá pra abstrair e pensar que a parte que você não viu deve ser parecida com alguma outra obra, não há espaço pra essa subjetividade...
raramente os projetos apresentados têm insumos suficientes a ponto de se entender o projeto todo, parece que sempre falta alguma coisa importante. e o que a gente - visitante - entende é só através das imagens.
como disse a fabiana, irmã do lobão, a gente vai abrindo mão da nossa linguagem de arquiteto e acaba sucumbindo à linguagem publicitária pela necessidade da nossa época.
eu não sou muito radical quanto a isso, eu acho que a gente tem que se fazer entender. certeza que é bem mais legal visitar a bienal de arqiutetura sem ser arquiteto, como uma pessoa normal, que não quer ver cortes nem detalhes..
bjim
vanessa rosa




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( )Le Corbusier
( )Peter Cook
( )PHilip Johnson
( )Joaquim Guedes
( )Vô Orlando



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Seção caras que se eu visse na rua saia correndo





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( )Le Corbusier
( )Peter Cook
( )PHilip Johnson
( )Joaquim Guedes
( )Vô Orlando



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( )Le Corbusier
( )Peter Cook
( )PHilip Johnson
( )Joaquim Guedes
( )Vô Orlando



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( )Le Corbusier
( )Peter Cook
( )PHilip Johnson
( )Joaquim Guedes
( )Vô Orlando



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Segunda-feira, Novembro 03, 2003



Marcio Kogan, o arquiteto da moda



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10 x 10
10 arquitetos 10 casas
Um panorama da novissima arquitetura brasileira atraves de projetos de 10 arquitetos formados pela USP São Carlos em 2002
Site - Livro - etc
Quem topa?



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Cara de Casa?
Casa "Fashion"?



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Seção moradores da casas que fazem parte da história da arquitetura

Edith Farnsworth



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